Um íon é um átomo que não é eletricamente neutro, ou seja, ele perdeu ou ganhou elétrons (partículas de carga negativa).
Cátion (+): É o átomo que perdeu elétrons. Como ele perdeu cargas negativas, ele fica com carga resultante positiva.
Ânion (-): É o átomo que ganhou elétrons. Como agora ele tem "sobra" de cargas negativas, ele fica com carga resultante negativa.
Raio Atômico: É a distância média entre o núcleo do átomo e a sua camada de valência (a camada mais externa). Na tabela periódica, ele aumenta de cima para baixo (mais camadas) e da direita para a esquerda (menos prótons puxando os elétrons).
Raio Iônico:
O Cátion é sempre menor que o seu átomo original, pois ao perder elétrons, a repulsão entre eles diminui e o núcleo consegue puxar o que sobrou com mais força.
O Ânion é sempre maior que o seu átomo original, pois o ganho de elétrons aumenta a repulsão na eletrosfera, "inchando" o átomo.
É a energia mínima necessária para remover um elétron de um átomo no estado gasoso.
Quanto menor o átomo, maior a energia de ionização (pois o núcleo está muito perto do elétron e o segura com força).
Gases nobres possuem energias de ionização altíssimas porque são muito estáveis.
Os átomos se ligam para atingir a estabilidade (geralmente completando 8 elétrons na última camada — a Regra do Octeto).
Ligação Iônica: Ocorre transferência definitiva de elétrons. Um metal (que quer perder) doa para um ametal (que quer ganhar). A união acontece por atração eletrostática entre o cátion e o ânion.
Exemplo: O Cloreto de Sódio ($NaCl$)